A rádio que toca poesia!
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A Rádio Esplanada 98.1 FM abre espaço para divulgação das bandas, músicos e poetas de Brasília. Aqui você conhece a história e curte o som que ecoa na nossa capital. 

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Ana Reis 

Nascida em Brasília, Distrito Federal, Ana Reis, filha do palmarino Sebastião de Lucena Sarmento e da mineira Mariângela Reis Sarmento, é tida como a mais nova sensação do samba brasiliense. Atualmente com 25 anos, a paixão pela música vem de família. "Em casa sempre ouvi músicas diversas. Minha mãe é mineira e trouxe a suavidade, ela gosta de ouvir Nara Leão e Dolores Duran. Meu pai é nordestino e trouxe ritmo e seletividade, gosta de ouvir forró e música clássica. Meu irmão mais velho trouxe axé, pagode, reggae... e meu irmão do meio trouxe a comunicação, por ter um sentido a menos: a audição", disse em recente entrevista.


Ana Reis começou a cantar em 2002, participando de coros da cidade, mas sua carreira como cantora só amadureceu em 2005. Passou a fazer apresentações solos, onda a MPB era a dona do seu repertório e o samba foi sendo incorporado aos poucos, com a ajuda do amigo e violonista Felipe Pessoa. "Até que invadiu de vez e ultimamente, só tenho feito shows de samba. Minha alegria!", disse. Suas influências são principalmente Paulinho da Viola, Mônica Salmaso e Teresa Cristina.

fonte:http://www.tempomoderno.com.br/2011/04/ana-reis-cantora-brasiliense-lanca-seu.html

Pé de Cerrado 

O Grupo Cultural Pé de Cerrado se reuniu, pela primeira vez,  em 1999, com a proposta de pesquisar a cultura brasileira, depois que seus primeiros integrantes realizaram a trilha sonora da peça “A Pena e a Lei”, de Ariano Suassuna, ainda recém-formados pela Escola de Teatro Dulcina de Morais.


O grupo é formado pelos multi-instrumentistas e pesquisadores da cultura brasileira Pablo Ravi, Bruno Ribeiro, Bruno Berê, Fernando Fernandes, Pablo Fagundes e Clênio Guimarães. Com a destreza de misturar as diversas formas de expressão artística e as mais plurais manifestações da cultura brasileira, os espetáculos trazem música, circo, dança, poesia, teatro e proporcionam uma intensa participação do público.


Influenciados por grandes mestres da música brasileira, como Luiz Gonzaga, Hermeto Pascoal, Quinteto Violado, Antônio Nóbrega e outros tantos nomes da música instrumental, o grupo foi responsável por importantes projetos culturais em Brasília, como o projeto infantil “O Pé na Escola”, o projeto “Ensaio Aberto” e o projeto “O Pé Convida”.


O “Ensaio Aberto”, entre 2002 e 2003, atraía mais de mil pessoas todas as quartas-feiras no clube da Associação dos Funcionários do Banco de Brasília e contou com a participação de músicos consagrados, como Hermeto Pascoal.


O projeto independente “O Pé Convida” teve em suas muitas apresentações lotação esgotada. O grupo, que investe intensamente em pesquisa, procura divulgar a raiz da cultura popular brasileira.


Nesses doze anos de carreira, lançaram dois CDs, um DVD e trabalham atualmente na produção de um DVD infantil.


A diversidade de performances e ritmos do grupo cultural Pé de Cerrado possibilita apresentações em diversos eventos, como o Tangolomango no Rio de Janeiro e em grandes shows como os de Jorge Ben Jor, O Rappa, Dominguinhos, Zé Ramalho e tantos outros.


fonte: http://pedecerrado.com.br/sobre/

Aretuza Lovi 

Natural de Goiás, Aretuza Lovi é uma Drag Queen brasileira de 27 anos criada por Bruno Nascimento, que canta, dança e faz humor. Tudo começou como uma brincadeira, durante um dia chuvoso de 2012 em Brasília, onde vivia. A intenção era só produzir um vídeo em que Bruno se montava com as roupas da mãe de um amigo. Antes de começar a gravar, o primeiro nome veio de supetão. O sobrenome teve influência do futebol: assistindo a uma reportagem sobre o jogador Vágner Love, a cantora adotou seu sobrenome, trocando o “E” pelo “I”.


Raimundos 

Os Raimundos é uma banda brasileira de punk rock hardcore, com misturas de forró, formada na cidade de Brasília em 1987. O nome deriva de sua maior influência, o Ramones, e faz uma analogia com sua origem nordestina. Na formação original estão Rodolfo (vocal), Digão (guitarra), Canisso (baixo) e Fred (bateria). Seu primeiro álbum, lançado em 1994 revolucionou o rock nacional, sendo a primeira banda a atingir disco de ouro com um selo independente (Banguela Records). Para isso, o Brasil conheceu um Puteiro em João Pessoa, e toda a garotada da época queria ser o banquinho da bicicleta das meninas. 


Conseguiram contrato com uma major (Warner), e a partir daí, foi sucesso atrás de sucesso, hit atrás de hit, grandes festivais, dividindo palco com bandas do naipe de Ramones, Sepultura e Iron Maiden. Em 1995 lançaram "Lavô tá novo", que com o metal "Eu quero ver o oco" e a balada-punk "I saw you saying", vendeu até virar disco de platina. No fim de 1996, para o Natal, lançaram Cesta Básica: um box contendo CD, VHS e revista em quadrinhos. O VHS contava a trajetória da banda até ali, com imagens de viagens e shows como o Monsters of Rock. No cd continha tres músicas inéditas, 2 covers, uma regravação e 4 faixas ao vivo no Hollywood Rock.


Em 1998 lançam "Lapadas do Povo", considerado álbum mais pesado da banda. Andar na Pedra, seu primeiro single, desce a ladeira e abre alas para as pancadas que viriam em seguida. Na turnê deste album, Baile Funky abre os shows, talvez uma das músicas mais pesadas e politizadas da banda.

Dizem que somos um dos nomes mais importantes do rock brasileiro. Ao longo de 20 anos de estrada podemos é afirmar que temos a mesma energia de quando começamos. Hoje, nosso único objetivo é surpreender a todos e agradar nossos fãs em cada apresentação. Nosso front-man, Digão, mostra toda sua versalidade também na hora de compor as novas canções que são inseridas gradativamente no setlist dos shows, sem esquecer toda a história da banda.


Como resultado, temos uma grande troca de energias em que cada um cumpre a risca o seu papel. De cima do palco, o nosso peso, com letras rápidas, repletas de sátiras e ironias e riff’s poderosos. Logo abaixo os fiéis formigueiros, que participam imensamente do shows e entoam todas os nossos grandes sucessos.


Ao contrário do que muitos ainda possam pensar, o Raimundos nunca se resumiu à imagem de um único integrante. O guitarrista Marquim está conosco desde 2001 e trouxe novos elementos ao processo criativo e execução das músicas. O mestre dos baixos, Canisso, voltou após cinco anos afastado para resgatar a sonoridade original e dar o gás que faltava para colocar o Raimundos onde ele merece.


E, por fim, convidamos o Caio. Baterista da cena underground de Brasília, com as bandas Decivers e Sapatos Bicolores, ele entrou com a obrigação de carregar as baquetas e manter o peso no som, sem perder a originalidade. Conseguiu e ainda conquistou os fãs veteranos. Uma missão difícil que ele tirou de letra!


Muito prazer, nós somos o Raimundos, os malucos de Brasília. Se alguém chegou a pensar que o fim esteve próximo, aí vai uma novidade. Aqui ninguém desiste!


fonte: https://www.letras.com.br/biografia/raimundos

Vera Verônica 

Nascida em Brasília, Vera Verônika é cantora, professora e feirante. O rap faz parte da sua vida desde os treze, Vera foi a primeira mulher a cantar o estilo no Distrito Federal e Entorno. Ela canta para ter voz e para dar voz àqueles que acha justo. A difícil realidade social de vários jovens que vivem em condições desumanas despertaram nela o desejo de ensinar além do ofício de professora, ensinar com a voz, ensinar com o rap. Defensora incessante dos direitos humanos, da igualdade de gênero, da igualdade racial e do combate à homofobia, Vera faz da palavra cantada um instrumento de conscientização. É mulher, negra e tem vinte e cinco anos de carreira. Engajada no trabalho comunitário, faz parte do projeto pedagógico da ACESSO Organização da Sociedade Civil de Interesse Público. Além disso, é consultora na área de Gênero, Diversidade e Orientação Sexual, educadora em projetos sócios culturais, participou do projeto governamental Brasil Sem Homofobia. Em 2017 comemora 25 anos de carreira e celebra com gravação de disco e DVD ao vivo esta importante fase de sua trajetória como Mulher no RAP.

Ellen Oléria 

Ellen Oléria é uma cantora e compositora brasileira. Nascida e criada em Brasília, foi lá que se formou em Artes Cênicas na Universidade de Brasília. Com mais de 16 anos na estrada da música, a artista acumula prêmios em festivais, 5 discos lançados e turnês realizadas pelo Brasil e mundo afora. Conhecida pelo público por seu timbre cintilante, a nação e repertório brasileiríssimo, a soprano dramática Ellen Oléria condensa em sua performance o que o povo brasileiro reconhece como seu: entusiasmo e um sorriso que nunca sai do rosto iluminando cada canção que canta. A versatilidade de Ellen estende-se também ao seu ativismo político que podemos acompanhar no programa Estação Plural, exibido semanalmente pela TV Brasil em que a artista é apresentadora. Atualmente Ellen Oléria está em temporada em seu primeiro musical – como atriz - circulando entre Brasília, Rio de Janeiro e em breve em São Paulo e Belo Horizonte. Indicada como melhor cantora (canção popular) pelo Prêmio da Música Brasileira por seu mais recente disco e com este trabalho a artista tem se apresentado pelo Brasil. 

fonte:https://www.ellenoleria.com.br/

Terno Elétrico 

Desde seu surgimento em 1992, o Terno Elétrico dedica-se às suas próprias composições, cujo o som de raro toque inventivo, embriagado do mais puro rock and roll.?

A banda começou tocando por pura diversão até se transformar aos poucos num referencial do gênero na cidade. Passou pela feira de música do Teatro Garagem (de onde surgiram bandas como Raimundos, Natiruts e Câmbio Negro).

Durante esses anos, a banda passou por várias formações. 

O Terno produziu EP's: De Terno no Inferno (1995), Simbiose (2000) e Tá Ligado? (2001) e já tocou em diversos lugares, para públicos diferentes.

Em 2004, quando gravava seu primeiro álbum, o Terno Elétrico sofreu uma grande baixa. Jean Paice, seu baterista, faleceu e por um bom tempo, a produção do álbum foi paralisada.

A banda precisava finalizar seu disco e agora também seria uma homenagem póstuma ao grande Jean Paice, que antes de morrer, deixou toda a bateria gravada. O álbum ficou pronto em 2007 com toda alucinação possível do rock and roll, e foi lançado em 2009. Redondamente sonoro, é como o som do Terno Elétrico se encontra depois de 24 anos de descarga elétrica.

O Terno Elétrico investe em músicas próprias e está produzindo seu segundo CD.

Diferencial Zero.

Idealizada em março de 2007, e completamente ativa em junho, a banda Diferencial Zero começou com o fim das atividades da banda Ninguém, que Alexandre Magno tinha junto com Nego Clau. 

Desde sua primeira, a banda já se diferenciava pelo fato das músicas serem tocadas muito facilmente, como se já tocassem juntos há muito tempo, sendo por isso convidados para fazer uma apresentação ao vivo no Shopping Águas Claras com o grupo de sapateado “Cia. Sá Pateia”. Este show foi realmente um diferencial, pois tocamos usando os dançarinos para a marcação do ritmo na bateria, levando sequências baseadas em blues e jazz para uma platéia de cerca de 100 pessoas, levando rock nacional e músicas da banda.

Com a formação completa, Alexandre constrói um estúdio em sua casa para gravar ensaios e preparar algum material de divulgação. 

O nome surgiu em uma conversa informal entre os membros da primeira formação, onde se pensou em algo que desse a idéia de mistura, um som que não fosse rígido... "Diferencial!", falou Dado Amorim (primeiro vocalista da banda) durante um ensaio, mas apenas diferencial soava como se faltando alguma coisa. Foi então que Roberto, um amigo que assistia ao ensaio, disse: Zero, Diferencial Zero.

Com um nome e algumas gravações de ensaios, fomos à luta e conseguimos a oportunidade de fazer shows acústicos e elétricos em programas locais de TV, que nos levaram a convites para tocar em eventos abertos e fechados, dando assim o pontapé inicial em grande estilo, com boa recepção pelo público.

A idéia de se diferenciar das outras bandas e as brincadeiras e conversas durante os ensaios levaram uma ideia inovadora: Unir bandas para fazer seus próprios shows. Nasce a comunidade Independente Social Clube (ISC) no Orkut. O ISC foi uma idéia muito bem recebida por bandas, produtores e proprietários de casas noturnas no DF, com direito a encontros semanais em casas renomadas de shows em Brasília. A primeira apresentação da comunidade foi marcada pelas bandas Autoclave, Longe Demais da Capital (Engenheiros do Hawaii cover) e Diferencial Zero, onde a casa obteve êxito em colocar mais de 60 pessoas em suas mesas, até 00:00 h, em plena quarta-feira.

A partir desse show, a banda começa a decolar, e o vôo tem sido alto. A banda Diferencial Zero completa, em março de 2017, 9 anos de estrada, mais de 50 shows feitos, para públicos de 5 à 500 pessoas, e queremos mais! 

A entrada de PC Roots deu à banda o fôlego que o rock precisa. O reencontro entre Alexandre Magno e Nego Clau marca o início de uma nova fase na banda, e a entrada de Thiago Paz deu a banda uma cara única, ainda mais diferenciada.

fonte: https://www.facebook.com/pg/diferencialzero/about/?ref=page_internal 

Casa De Farinha. 

Desde seu nascimento em Brasília a banda Casa de Farinha coloca como ponto principal de seu trabalho a valorização da diversidade cultural, e o cruzamento entre as influências vindas de norte a Sul do Brasil. Desde os arranjos e a simplicidade dos seus cantos e melodias, de suas letras e poemas, até a complexidade rítmica proposta, a banda demonstra surgir como uma afirmação de que é possível ressaltar a riqueza de nossas tradições e inovar, utilizando elementos de nossa cultura popular.

O canto entoado por Andréa Siqueira, Claudia Daibert, Débora Aquino e Marta Carvalho. 

Tocaram em “Fête de La Musique”, em Paris, fizeram 5 shows no Uruguai, ganharam prêmios importantes no Brasil como melhor grupo regional e lançaram DVD. 

“O MAIOR BEM DE UM PAÍS, O MAIOR BEM DE UMA NAÇÃO, É SUA CULTURA” 


Dona Cislene 

Dona Cislene é uma banda brasileira de rock formada em 2013 na cidade de Brasília.Seus atuais integrantes são o vocalista Bruno Alpino,o guitarrista Guilherme de Bem, o baixista Pedro Piauí e o baterista Paulo Sampaio.

Formada profissionalmente em 2013, Dona Cislene foi selecionada nesse mesmo ano para tocar na etapa de Brasília do Circuito Banco do Brasil através do concurso SomPraTodos,destinado a levar artistas independentes para tocar em cada etapa do festival, e indicada ao concurso BandaDaGalera,que escolheu um artista para tocar no Palco Sunset do Rock in Rio 5,por um importante blog musical, o PapelPop.

Em agosto de 2014,lançou seu primeiro álbum oficial, o Um Brinde aos Loucos. No mesmo mês,foi escolhida para tocar no Porão do Rock de 2014 através de seletiva e devido ao lançamento do álbum, começou a apresentar-se fora de Brasília,em locais como Anápolis,Belo Horizonte, São Paulo,Rio de Janeiro e Barreiras.

Já em 2015,abriu o show da Turnê 20 anos do Raimundos no Circo Voador,no Rio de Janeiro,e também abriu para o Tihuana no O Kazebre,em São Paulo.Além disso,em agosto, lançou o single Ilha,com participação de Dinho Ouro Preto e Digão (músico)|Digão dos Raimundos.Nesse mesmo ano,tocou em cidades como Maceió, Fortaleza,Goiânia, Florianópolis, Curitiba,totalizando 28 shows em 13 cidades.Também participou do show em Brasília da Turnê de despedida da banda carioca ForFun e do Porão do Rock de 2015.

Em 2016, lançou o clipe Multipersona eparticipou de festivais importantes,como o Festival Mada,o Festival Sai da Lata,o Goyazes Festival e o Festival Rock Station,com as bandas The Offspring,Dead Kennedys e Anti Flag,participou do programa Mix Diário,da Mix TV e tocou nas cidades de Ribeirão Preto, Cuiabá, Araucária,dentre outras.

Em março de 2017,se apresentou em cidades na região metropolitana de São Paulo.Em maio,lançou o seu segundo álbum, o Meninos & Leões,produzido por Ricardo Ponte e masterizado por JoeLaPorta, em São Paulo, no Hangar 110 e,em Brasília,por festival próprio. Também em 2017,participou dos festivais Green Move Festival e Porão do Rock de 2017 e de uma série sobre o Rock de Brasília no Bom Dia DF,telejornal local da Rede Globo.Somado a isso, também tocou em Salvador,Feira de Santana,Osasco,São Caetano,além de outras cidades.

Em fevereiro de 2018,lançou o single Daqui pra Frente Carnaval. 

Fonte: http://pt-br.bandas.wikia.com/wiki/Dona_Cislene 

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Little Quail And The Mad Birds 

Os brasilienses da Little Quail and The Mad Birds são um marco no rock nacional.

O trio formado por Gabriel Thomaz (guitarra e vocais), Zé Ovo (baixo e vocais) e Bacalhau (bateria) influenciou diversas bandas que surgiram nos anos 90. Para a alegria dos fãs de antigamente e também para conquistar novos admiradores, agora é possível ouvir a discografia do grupo nos serviços de streaming.

Estão disponíveis Lírou Quêiol en de Méd Bãrds, de 1994, o EP homônimo de 1998, além de um compacto independente lançado em 2017 com sobras de estúdio. Há também a demo da banda, lançada originalmente em fita cassete. Nela podem ser encontrados clássicos como “1,2,3,4”, “Família que briga unida permanece unida” e “Aquela”, que também foi gravada pelos Raimundos.

fonte: http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2017/06/25/little-quail-mad-birds-plataformas/ 

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Bois de Gerião 

Bois de Gerião é um banda de Brasilia surgida em meados da década de 90 e mistura de forma muito bacana o ska e o punk rock, com a parte de metal, trompete e sax, muito bem encaixada dando ao som uma melodia assobiável, mas sem cair no comercial descarado. Seu primeiro trabalho data do ano de 2002, "Bois de Gerião" e tem pegada mais rock, tendo como produtor Rafael Ramos.


Com esse trabalho a banda passou a frequentar os principais festivais nacionais. Mas sempre achei que banda foi subestimada, assim como Los Djangos. Em 2005 ao completar 10 anos de estrada a banda entra em estúdio para gravar nunca mais monotonia lançado em 2006. Produzido por Carlos Savalla, o mesmo do Paralamas do Sucesso, Pato Fu dentre outros. Ao escutar esse segundo trabalho é nítida a maturidade da banda e os estilos influentes muito bem balanceados, com letras bem acima da média das bandas do gênero. Embora Bois de Gerião também ataque na ondahardcore, mas é equivocado colocá-los no mesmo balaio de bandas desse movimento.


Após anos de estrada a banda anunciou o fim. Guardando as devidas proporções com a Mitologia Grega, no qual um dos 12 trabalhos de Hércules era roubar os gados de Gerião, que eram guardados por um gigante chamado Eurítion e seu cão de duas cabeças. A banda bem que fez um esforço hercúleo, como toda banda que almeja um lugar ao sol. bandas como estas fazem falta.


fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Bois_de_Gerião

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Capitão do Cerrado 

Capitão do Cerrado

A Capitão do Cerrado é uma banda de surf music brasileira formada em 1997 por Marco Araújo (voz, violão e guitarra), Fernando Mãozão (baixo), Jorge Bittar (teclados e vocal de apoio) e (guitarra) e Alan Diego na bateria. 

A Capitão do Cerrado é uma banda de Brasília (Brasil) que busca aliar melodias contagiantes a letras fortes que falam sobre assuntos politicos e sociais e também simples mensagens de amor! Misturando rock , ska e reggae a Capitão faz um som que remete ao litoral e sua "good vibration"...

Influências

Ben Harper, Jack Johnson, Bob Marley, Skank, Beatles...  

baixe o cd completo através do link abaixo:

(arquivo compactado com winrar)

http://rapidshare.de/files/17876733/capitao_do_cerrado-a_caminho_do_sol.rar.html 

fonte: http://palcoprincipal.com/capitao_do_cerrado 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Capit%C3%A3o_do_Cerrado 


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Alberto Salgado 

O brasiliense  Alberto Salgado  ganhou o prêmio da Música Brasileira na edição 2017, categoria Melhor Álbum Regional, com o CD “Cabaça D´água”. Música delicada com influências do violão clássico mais música erudita e misturada com uma vivência de 09 anos em rodas de capoeira. 

Compositor original e elogiado pela crítica, Alberto Salgado compõe com influências percussivas adquiridas em sua vivência por mais de 9 anos na capoeira, somadas à sua experiência posterior com o violão clássico e a música erudita. Essa mistura incomum se tornou o grande diferencial de sua identidade musical. O artista coleciona diversos troféus conquistados em festivais pelo Brasil e atualmente pesquisa a Música Brasileira e experimental, não só com ritmos brasileiros, mas com linguagens presentes em vários continentes. Em seu primeiro disco, intitulado “Além do Quintal”, destacam-se parceiros importantes, como o ex Titã Arnaldo Antunes e o pernambucano Kiko Klaus. O disco conta ainda com participações de músicos expoentes do cenário nacional e internacional, como Arthur Maia, Manassés de Souza, Di Steffano, Carlos Pial, Miquéias dos Santos, Kai Kundrat, Ytto Morais, Ocelo Mendonça, entre outros.

fonte: https://www.facebook.com/pg/contato.albertosalgado/about/?ref=page_internal 

http://entrecultura.com.br/2018/01/04/alberto-salgado-cantor-compositor-e-multi-instrumentista-bateu-um-papo-com-o-entrecultura/ 

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Lucas Soledade 

Desenvolveu relação direta com os músicos mais importantes da região, tornando-me parceiro em algumas composições, shows e outros trabalhos, chegando a ser integrante, tanto como ator quanto músico, de um dos maiores e mais importantes movimentos culturais de Roraima da atualidade, chamado Clã Cabôco.

Agora, musicalmente influenciado pelos artístas compositores que conheci por lá, me descubro "música 24h".

Pronto. Daí em diante são vários shows e espetáculos, idas e vindas de Roraima, passando posteriormente pelo Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Friburgo...

Considerado um artista “Plural” por exercer inúmeras atividades dentro da arte, eu, Lucas Soledade, proponho para os meus espectadores, inovação, carisma, qualidade, plasticidade, e além de poder, através de soluções artisticas, servir de veículo para a promoção cultural de artistas do extremo norte do país.

Prêmios

I Festival Canto Forte de Roraima

V Festival popular 98FM Brasília 

fonte: https://www.facebook.com/pg/lucassoledade.pg/about/?ref=page_internal 

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Jairo Mendonça 

Jairo vem de uma cidadela, às margens do rio Tocantins, onde nasceu em um ambiente musical permeado por manifestações culturais populares, as mais diversas como a Festa do Divino Espírito Santo, Festa de Santo Reis, Desafios de Repentistas, de Coco, Emboladas, Cantigas de Lavadeiras e tantas outras existentes no Norte e Nordeste brasileiro.

Mudando-se para Brasília, frequentou a EMB – Escola de Música de Brasília – como aluno-ouvinte. Estudou violão no departamento de cordas dedilhadas, começou a compor e participar de festivais de música pelo Brasil afora. Em contato com a amálgama de ritmos e estilos musicais dos mais diversos rincões brasileiros, foi moldando seu estilo e sua personalidade artística.

A áurea brejeira em contato com a música produzida e ouvida em Brasília na década de 90, fez do músico um “Urbano-Agreste”, que acumulou em mais de 15 anos de atividade um significativo capital artístico, sendo premiado em vários festivais e participado de inúmeros projetos culturais nesse período, como em coletâneas de CD’s produzidos coletivamente, uma das formas que lhe propiciou a fazer algum registro de suas produções.

Jairo Mendonça fez algumas parcerias com o cantor goiano Zémiguel Rodrigues e o poeta Paulim Diolinda. Dividiu o palco com Geraldo Azevedo, quando o músico pernambucano veio à Brasília-DF, em 2010, para cantar no tradicional baile de aniversário da cidade do Gama.

Seu último trabalho foi a produção executiva e musical do CD coletivo de professores, pelo SINPRO DF, onde o eixo transversal que perpassa todas as composições é o tema da sustentabilidade do planeta, e a luta dos trabalhadores em educação por valorização e reconhecimento social da nobre profissão.

Atualmente está empenhado na divulgação do primeiro CD solo – “Pentagrama da Vida”, produzido por Marcos Farias, que traz composições influenciadas por vertentes que passeiam pelo Baião, Xote, Samba, Rock, o Jazz e o Blues, socializando todas essas informações musicais, resultado de um apaixonado envolvimento com a Música Popular Brasileira. 

Fonte: http://brasiliaweb.com.br/integra.asp?id=0&canal=14&s=81&ss=0 

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Surdodum 

Surd’alma que não ouve, será também é muda?”, diz parte da letra de uma música tocada pela banda Surdodum, que reúne surdos e ouvintes em um projeto de inclusão musical na capital do país. Percussão, dança e canto conhecidos Brasil afora: o projeto já foi retratado por uma série de programas de TV, rádio, jornais e revistas. Iniciado em 1994 por Ana Lúcia Soares, que àquela altura atuava como alfabetizadora de surdos e cantava em um grupo de Brasília, o Surdodum “tem por objetivo proporcionar aos indivíduos com deficiência auditiva de todos os graus e tipos, a participação em uma banda de percussão, ou seja, oferecer a  integração musical por meio de um processo sócio-pedagógico e cultural” (retirado do site oficial do projeto). Na batida do silêncio, ei-los, Surdodum.

fonte: https://culturasurda.net/2012/09/01/banda-surdodum/ 

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Os Cabeloduro 

Banda formada por Daniel ,Helio Gazu, Hamilton Pernão e Beto Podrinho no Guará, uma das cidades-satélites de Brasília, em 1989. Os Cabeloduro foi o nome mais apropriado para traduzir suas origens, transformando as influências do cotidiano numa música visceral e honesta. No mesmo ano a banda já fazia várias apresentações em pequenos espaços e bares locais, assumindo a postura do Punk Rock. Em 1993, quando Ralph entra no lugar de Pernão, o quarteto passa a tocar por todo o Distrito Federal e entorno, angariando fãs através de sua música urgente e letras diretas.

Com uma intensa divulgação agora não só em Brasília, a banda entra em estúdio para a gravação da sua primeira fita demo. Com uma proposta mais profissional, a banda distribui por todo o país cerca de 2500 cópias do seu trabalho para a imprensa especializada. Em meados de 1995, Os Cabeloduro lançam em Portugal o EP “Vozes da Raiva” e a coletânea “Um Xute na Oreia”, também distribuídos pelo restante da Europa. Uma atitude que mostra o quanto vale tocar em todos os lugares, desde espaços modestos até festivais de repercussão nacional.

No final de 1996 fica pronto o primeiro CD do grupo candango, “Com todo amor e carinho”, através do selo independente RVC Music. Segundo a crítica, o álbum é um dos melhores de todos os tempos na linha Punk Rock no Brasil e está entre os dez melhores da década de noventa em Brasília. Em 1997 a banda segue para São Paulo para uma temporada de shows e divulgação do CD nas principais rádios, MTV, revistas, além de apresentações nas principais casas noturnas da capital e interior. No ano de 1998, a banda retorna à Brasília. 

Fonte: https://www.letras.com.br/biografia/os-cabeloduro 

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Tuba Antiatômica 

A Tuba Antiatômica começou em 1993 como um grupo de teatro, o Nu Trágico. No decorrer dos seis anos de trabalho, a comunicação começou a tornar-se essencialmente musical, nos levando à formação definitiva da A Tuba Antiatômica do Planalto em 1998. A mistura de vários estilos e ritmos, as letras críticas e questionadoras, a proposta estética irreverente e uma presença de palco marcante fazem do show da Tuba um espetáculo cênico-musical polissacarídeo. "Essa também é umas das bandas que faz falta aqui no cerrado, me lembro de diversos shows divertidíssimos que fui dos caras, era muito massa a cena musical no início do século XXI em Brasília." 

Fonte: http://graveolha.blogspot.com/2009/10/tuba-antiatomica-do-planalto.html 

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Cassia Eller 

Nascida em 1962, filha de um sargento do exército com uma dona-de-casa , Cassia Eller era uma cantora que não passava batido. Apesar de ser carioca, sua vida nômade começou logo cedo. Com apenas 10 anos já tinha morado em Minas Gerais e no Pará.

Seu interesse por música se afirmou aos 14 anos, quando ganhou um violão de presente e começou a tocar músicas dos Beatles. Com 18 anos estava morando em Brasília e iniciou sua carreira musical profissional. Após participar de um espetáculo de Oswald Montenegro, Cassia Eller entrou definitivamente para o mundo artístico. Nesta época participou de um coral, trabalhou em duas operas, cantou em uma banda de forró e tocou surdo em um grupo de samba.

Pelo excesso de trabalhos que fazia paralelamente, Cassia nunca conseguiu concluir o segundo grau. Sua cultura, porém era vasta e admirável. A cantora interpretava uma canção de Chico Buarque com tanta emoção quanto uma do Nirvana. Esse foi o principal motivo para que em, uma demo, a canção "Por enquanto" de Renato Russo tenha chamado a atenção da gravadora PolyGram, dando origem ao seu primeiro disco que, levava seu nome.

Cheia de personalidade, suas performances no palco chamavam atenção pela ousadia. Homossexual assumida, a cantora também não escondia o fato de ter uma família bem diferente do formato tradicional. Junto com a companheira Eugenia, criaram seu filho, o Chicão.

Embora, tivesse seu público há algum tempo, Cassia só estourou nas rádios do Brasil inteiro com o disco "Acústico MTV". Houve então o lançamento de "Com você meu mundo ficaria completo", o seu mais famoso trabalho. Músicas como o "Segundo Sol" se tornaram hits da MPB.

Porém, o momento mais feliz de sua carreira foi interrompido por uma fatalidade terrível. Em 29 de Dezembro de 2001, aos 39 anos de idade, Cassia faleceu de enfarte. Os órfãos de sua bela voz podem matar a saudade cantando suas músicas. Em sites repletos de letras de música é possível encontrar as letras de músicas da Cássia Eller, as mais marcantes.

fonte: https://www.webartigos.com/artigos/a-historia-de-cassia-eller/57625/ 

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Carroça de Mamulengos 

A família já rodou mais de um milhão de quilômetros ao redor do país, levando seus espetáculos cheios de cor e alegria para centenas dos mais diversos espectadores.

Entre filhos, genros e netos, a Carroça de Mamulengos, que começou em Brasília, acumula criações na arte da brincadeira e em espetáculos com mamulengos, palhaços e acrobatas. O espetáculo atual conta, entre sonhos e memórias, a trajetória de vida e arte da família Gomide em suas itinerâncias pelo Brasil. 

Em cena, quatro irmãos – Maria, João, Isabel e Luzia – contracenam com a pequena Ana, filha de Maria. Um enredo que une a segunda e a terceira geração da família Carroça de Mamulengos, iniciada em 1977 pelo bonequeiro Carlos Gomide e a atriz Shirley França.

A arte de viver na estrada

São 40 anos de existência e resistência para manter viva a tradição e a cultura popular. As amizades se ampliavam entre os percursos na estrada e as experiências se acumulavam na bagagem criativa para os espetáculos da Carroça de Mamuçengos. 

A chegada dos filhos enriqueceu o elenco e novos personagens foram criados para que cada novo integrante também se apaixonasse pelo universo lúdico da brincadeira e da interpretação. As mudanças são constantes e o grupo acostumou-se a se adaptar entre diferentes cenários, espaços, climas e públicos.

Um ônibus próprio foi adquirido para que a família de artistas pudesse se locomover com mais conforto pela estrada e as viagens não pararam de chegar. Acostumada ao ofício desde cedo, a atriz Maria Gomide conta que enxergava em todo canto um novo lar. 

O lar em todo lugar

“A Carroça é uma escola, que meus pais criaram para educar seus filhos, e isso também é compartilhado com tantas pessoas que vivenciaram com nossa família durante todo esse tempo. Diz a música ‘não sou eu quem me navega quem me navega é o mar’ vivemos dedicados à nossa arte”, afirma a atriz. 


fonte: http://blogs.correiobraziliense.com.br/alemdacena/carroca-de-mamulengos-em-brasilia/ 

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Beirão 

Beirão começou a prestar atenção na mixagem entre rock e música popular brasileira ao ver os shows de Odair Cabeça de Poeta. Depois, acompanhou todo o ciclo de shows no restaurante Bom Demais, durante a década de 1980, com Cássia Éller. Sempre ouviu literatura de cordel, Torquato Neto, Caetano Veloso, Zé Ramalho: “Uso elementos do forró e do rock. Muita gente já fez isso. Mas você tem de usar com propriedade. É preciso saber misturar zabumba, guitarra e bateria sem descaracterizar a música nordestina. A essência do meu trabalho é a música nordestina”. 

“Vim do Ceará adolescente direto para Brasília. De modo que sou uma mistura de Lampião com Oscar Niemeyer. Trouxe uma carga de cultura nordestina e, ao mesmo tempo, sou da geração da Legião Urbana, da Plebe Rude, do Capital Inicial, dos shows no restaurante Bom Demais, de Cássia Éller. Em carta de um marginal, eu transformei uma cantoria de Lucas Evangelista em um heavy-metal. É a história de um adolescente que se torna marginal”.

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2016/11/14/interna_diversao_arte,557161/com-musica-nordestina-como-essencia-beirao-lanca-dvd-35-anos-de-forr.shtml

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Plebe Rude 

Plebe Rude é uma banda brasileira de punk rock formada em Brasília. Atualmente conta com Philippe Seabra nas vozes e na guitarra, Clemente Nascimento, dos Inocentes, também nas Vozes e na Guitarra, André X no baixo e nos vocais, e Marcelo Capucci na bateria.


Seus temas apontam para as incertezas políticas do país desde os estertores da ditadura até a atualidade e para o comportamento do ser humano em meio às dificuldades da vida. A Plebe surgiu da Turma da Colina numa época em que a polícia invadia a universidade para bater em estudantes e professores, em que a censura proibia canções e vetava sua execução pública. Isso na área da música popular, sem contar a perseguição ao teatro e à imprensa.


Sem fazer concessões, a Plebe Rude vendeu 500 mil cópias de seus seis discos, tocou no rádio e se apresentou na televisão. Em 2011 lançou o primeiro DVD "Rachando Concreto: Ao Vivo em Brasília" com um resumo da carreira bem sucedida, lançado também em CD. No mesmo ano, o álbum concorreu ao Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock Brasileiro.


Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Plebe_Rude 

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Feijão de Bandido 

Com o intuito de juntar num mesmo espetáculo diversos estilos e influências musicais, poéticas e performáticas; de colocar, sob um mesmo teto, o regional e o cosmopolita, sempre com ênfase na cultura brasileira surgiu o FEIJÃO DE BANDIDO. Não é de se espantar que num mesmo show possamos ouvir música pop, xote, baião, frevo, dentre outros tantos elementos. Aliado a esta variedade, há uma preocupação com o lado visual e cênico, oferecendo ao público performances circenses, boneca de mamulengo, além de um bem cuidado figurino. Sem falar nas idéias expostas em suas poesias e letras de músicas que mostram um grupo antenado e consciente.

Fonte: http://feijaodebandido.blogspot.com/

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GOG 

Genival Oliveira Gonçalves  (Sobradinho, 1965), mais conhecido pelo seu nome artístico GOG, é um rapper, cantor, e escritor brasileiro. É um dos pioneiros do movimento rap no Distrito Federal. Desde o início da carreira, ganhou a alcunha de Poeta. Seu mais recente trabalho é o DVD Cartão Postal Bomba!, lançado em fevereiro de 2009. Seu primeiro disco de carreira foi gravado no ano de 1992 e está prestes a apresentar o seu novo trabalho - GOG - ISO 9000 do Gueto em novembro de 2015.

fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/GOG 

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Distintos Filhos 

Nascida em 2004 a Distintos Filhos vem escrevendo sua história na cena independente brasileira. A banda já se apresentou em vários estados do pais, dividindo palco com grandes artistas do rock nacional. Com um disco lançado em 2011 a banda já se apresentou em Festivais como Porão do Rock, Rolla Pedra, Grito Rock, Yamaha Brazilian Beat (foi uma das 5 grandes finalistas dentre mais de 600 bandas inscritas de todo o Brasil) e Fun Music Brasil, no qual foi a grande vencedora de 2012. Em 2013 a banda lançou seu primeiro videoclipe oficial, da música "Deixa Acabar". Em 2014 a banda lançou o Single/Webclipe "Eu não sei", música que fecha o ciclo de divulgação do primeiro disco e do primeiro videoclipe.

Em 2015 a banda começa a pré produção do segundo disco e em Agosto lança o Single/Clipe "Não leve a mal". Ainda no mesmo mês a banda entra em uma mini-turnê de divulgação que passou por São Paulo/SP, Curitiba/PR, Brasília/DF, Anapolis/GO, Fortaleza/CE,Crato/CE,Taguatinga/DF. O single traz uma ideia do que a banda vem preparando para o segundo disco... 

fonte: https://www.facebook.com/pg/distintosfilhos/about/?ref=page_internal 

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Sai da Frente 

O grupo de Choro regional da cidade de Brasília (DF) formado por Junior Viegas (percussão), Nelsinho Serra (cavaquinho), Victor Angeleas (bandolim) e Vinicius Vianna (violão 7 cordas) recebeu o prêmio de Melhor Álbum na categoria Primeiro Album do Grupo no 16º Independent Music Award (IMA). Além da categoria em que foi vencedor, o grupo ficou entre os 5 indicados para a categoria Melhor Álbum Latino do IMA.


Criado em 2007, o quarteto de jovens instrumentistas, com o seu trabalho de música instrumental, é desenvolvido com composições próprias e arranjos de compositores consagrados do Choro como Pixinguinha, Jacob do Bandolim e Radamés Gnattali. No decorrer de sua carreira, já se apresentaram em teatros de outras cidades brasileiras como Ribeirão Preto (SP) e Teresina (PI). O Grupo brasiliense Sai da Frente ganha em Nova Iorque, o maior prêmio da música independente do mundo.

fonte: http://www.clubedochoro.com.br/programacao/grupo-sai-da-frente-2/ 

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Paulo Tovar 

 Ele chegou a Brasília em 1972 para morar na 312 Norte. O cerrado e a terra vermelha não impressionaram o então adolescente. A vegetação não era exatamente uma novidade para quem vinha do interior de Goiás. Mas o concreto sim. Isso era estranho. E logo Tovar se juntou aos adolescentes igualmente espantados. No Elefante Branco conheceu alguns dos nomes que viriam a formar a primeira geração de artistas da cidade. E nas superquadras encontrou o caldo que alimentava a nascente identidade brasiliense. 

No entanto, foi a música a arte que adentrou a vida de Tovar em pimeiro lugar. Adolescente, atentou para a arte de compor após ganhar um violão. Em Brasília, chegou a começar o curso de música na Universidade de Brasília (UnB), mas foi jubilado no início dos anos 1970. O abandono da educação formal não derrubou o talento de Tovar, que tinha base sólida e foi aluno da flautista Odette Ernest Dias e da Escola de Música de Brasília (EMB). A combinação entre música e poesia o levou ao grupo Liga Tripa, do qual foi um dos fundadores e para o qual compôs O voo da juriti, seu maior sucesso. “É uma música unânime, a gente canta em todo lugar e ela agrada e atinge o coração. Tem uma certa melancolia, uma lembrança. O Paulo Tovar foi muito feliz nisso”, reconhece a cantora Célia Porto, que gravou a música no disco Palhaço bonito.

Paulo Tovar 

Capitão do Cerrado 

A Capitão do Cerrado é uma banda de surf music brasileira formada em 1997 por Marco Araújo (voz, violão e guitarra), Fernando Mãozão (baixo), Jorge Bittar (teclados e vocal de apoio) e (guitarra) e Alan Diego na bateria.

A Capitão do Cerrado procura fazer um som pra cima! Mesclando todas suas influências do ska ao reggae. Direto do Cerrado Brasiliense para o Brasil!!!


fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/Capit%C3%A3o_do_Cerrado

https://www.palcomp3.com/capitaodocerrado/info.htm 

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Mel Da Terra 

Manifestação artística mais importante em Brasília, no final da década de 1970, o Concerto Cabeças teve como símbolo o Mel da Terra, a primeira banda assumidamente pop surgida na cidade. Com ares de filho de hippies, o grupo, formado por adolescentes de 15 a 18 anos, tornou-se o queridinho do público no período de 1980 a 1983. 

O nascimento do Mel ocorreu, literalmente, na Galeria Cabeças, misto de ateliê, galeria de arte e escritório, atrás do qual, no gramado da 311 Sul, ocorriam, no último domingo de cada mês, o Concerto Cabeças. Apadrinhados pelo produtor Néio Lúcio, Paulinho Matos (flauta e guitarra), Paulo Maciel (baixo), Sérgio Pinheiro (vocal), Remi Loefler (teclados) e Beto Escalante (bateria) realizaram ali, no segundo semestre de 1979, a reunião que deu origem à banda.


Cada um deles, atualmente, desenvolve diferentes atividades, mas fazem planos para, em outubro, voltarem a se reunir e comemorar os 30 anos do Mel, no local mais adequado: em cima do palco, com um show celebratório. Aí, contando, também, com Haroldinho Matos, que se juntou à banda em 1982, um ano antes da gravação do único disco.


Desse LP, de produção independente, saiu um clássico brasiliense, a doce balada Estrela cadente (Paulo Maciel e Edibert Torre), que faz parte da memória afetiva de muitos quarentões. O LP obteve a impressionate vendagem de 25 mil cópias — relançado em 2007, no formato de CD, com distribuição precária. "Dia desses, numa oficina mecânica, ouvi um cara assobiando nossa canção de maior sucesso", diz, ogulhoso, o tecladista Loefler.

FONTE: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2009/08/18/interna_diversao_arte,135759/trinta-anos-de-criacao-do-grupo-brasiliense-mel-da-terra-serao-em-outubro.shtml 


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Zé Mulato e Cassiano 

Zé Mulato e Cassiano, dupla caipira de Brasília ganhadores do Prêmio Sharp com o melhor CD de música regional do Brasil em 1988 (Meu Céu). Nascidos em Minas Gerais, os irmãos José das Dores Fernandes [Zé Mulato] e João Monteiro da Costa Neto [Cassiano], tiveram em casa as primeiras lições com o pai que tocava cavaquinho e cantava. Um andarilho chamado Raimundo Roda, de passagem por sua cidade, ensinou a Zé Mulato, os primeiros segredos da viola caipira. Em 1969, desembarcaram em Brasília, trazendo apenas sonhos e a dupla. 

fonte: http://blogdomarrequinho.blogspot.com/2012/11/ze-mulato-e-cassiano.html 


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Zelito Passos 

Zelito Passos atua como músico desde a década de 1980. Foi um dos organizadores do Panelão da Arte, os primeiros concertos de música de Brasília, que aconteciam na na 312 norte e também do Show do Arroto, na UnB. Com Gera de Castro, Maurício Rodrigues e Nenzinho formou a Banda Entrequadras. E foi um dos pioneiros na gravação independente, seu primeiro compacto simples foi o Asa Norte, Asa Susto, na primeira gravadora do DF.

O cantor e compositor, Zelito Passos, se apresenta no Clube do Choro, no dia 2 de junho, no espetáculo Zelito Passos – “Em Verso e Canção” para lançar o CD “Coletânea Balé”. O novo trabalho reúne 23 músicas, 6 delas inéditas. No show, o artista também vai apresentar composições – ainda não gravadas – como “Beijo Perdido”, parceria com Clodo Ferreira, “ O teu Olhar” com Wagner Malta e “Bordados” , um trabalho com o músico brasiliense, Alberto Salgado, ganhador do Prêmio da Música Brasileira de 2017, categoria melhor álbum regional.


Mariana Camelo 

Cantora, compositora e instrumentista, Mariana Camelo iniciou sua carreira musical em meados de 2005, aos 14 anos. Lançou seu primeiro disco autoral em 2013, intitulado “Contradição e outras estórias”, produzido com o financiamento do FAC (Fundo de apoio à Cultura – DF).


Suas maiores influências vêm do hard rock, pop e blues, o que confere à sua música uma sonoridade moderna, sem deixar de lado as raízes do bom e velho rock n’roll.


Participou de eventos como o festival Rock de Arena, Canta Ceilândia, Móveis Convida nas Escolas, Brasília Moto Capital e Seletiva do Porão do Rock (Etapa Guará – 2014). Já dividiu o palco com o guitarrista Kiko Loureiro (Angra/Megadeth), além de abrir os shows de consagrados artistas e bandas, como GOG, Frejat e Supercombo.


Em 2015 venceu a 2ª edição do concurso Uma Banda da Cidade, realizado pela Promove produções, e como prêmio, teve a oportunidade de tocar no palco do Brasília Bier Fest. Lançou o single “De onde a noite vem”, no formato Lyric Video, que pode ser conferido em seu canal no Youtube.


Em 2017, foi selecionada pela Toma Rock Transamérica para tocar no Brasília Capital Moto Week, junto com bandas do atual cenário do rock da cidade. Também firmou uma parceria com a marca de cervejas artesanais Uma Beer, sendo a banda convidada para tocar na festa de lançamento do rótulo Rock, uma IPA inspirada no gênero. Em dezembro lançou o seu primeiro clipe, do single “Teu Mundo”.


Atualmente conta com a parceria dos músicos Raul Ferreira (guitarra), Daniel Moscardini (bateria) e Alysson Rezende (baixo), e prepara o EP de trabalho, intitulado “Fragmentos”, com previsão de lançamento para 2018.

Fonte:

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Eduardo Rangel 


Cantor e compositor, seu primeiro disco "Pirata de Mim" lhe valeu indicação à melhor compositor brasileiro, ao lado de Chico Buarque e Paulo Miklos, pelo VII Prêmio Sharp de Música - atual Prêmio da Música Brasileira. Recebeu o I Prêmio Renato Russo, da Fundação Cultural do DF, e foi finalista do festival da Rede Globo (Centro-Oeste) "Canta Cerrado". O segundo CD ao vivo, "Eduardo Rangel & Orquestra Filarmônica de Brasília", foi lançado em 2006, no Teatro Nacional de Brasília, com 60 instrumentistas sinfônicos regidos pelo Maestro Joaquim França. Cantou como convidado da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional no concerto em Comemoração aos 51 anos de Brasília, e no mesmo ano, 2011, apresentou o show temático para o “44° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro”. Em 2012 apresentou sua releitura para a obra de Chico Buarque para o público carioca, no Triboz e no Centro Cultural da Justiça Federal. Em 2013 lançou o videoclipe “3416 dC” com show no Jardim Botânico de Brasília e deu início ao projeto “Laboratório/Show”. Atualmente o artista lança “Eduardo Rangel – Estúdio”. O novo álbum traz participações de músicos consagrados, como Leo Gandelman, Kiko Pereira (Roupa Nova), Torcuato Mariano, Leo Brandão e Milton Guedes. Suas composições foram gravadas por Edson Cordeiro, Renata Arruda, Márcio Faraco, Célia Porto, Indiana Nomma, Antenor Bogea, Mônica Mendes, Ju Cassou e Suzana Maris entre outros. 


Fonte: http://www.brasiliaweb.com.br/integra.asp?id=38877&canal=14&s=81&ss=0

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Rênio Quintas 

Rênio Quintas nasceu no Rio de Janeiro e veio para Brasília para a inauguração da Cidade aos 5 anos de idade. Desde então sua moradia é no Planalto Central com pequenos intervalos a trabalho entre Rio de Janeiro, São Paulo, Nova York, Buenos Aires e Paris.


Na década de 80 criou prestigiados Grupos Instrumentais da Capital como, Artimanha ao lado do grande guitarrista

Toninho Maya, com quem acompanhou Cássia Eller Zélia Duncan, Adriano Faquini, Rubi entre outros, e o grupo Naipe com o violonista Fernando Corbal que estreou seu primeiro CD no Jô Soares em 1992. Foi Presidente do CUCA –

Movimento Candango pela Dinamização da Cultura entre 1978 e 1980, cujos Núcleos de Cultura funcionavam no Cafofo, primeiro Bar com música ao vivo no Porão no Distrito Federal, onde também viabilizou a estréia do Grupo Aborto Elétrico de Renato Russo.


Rênio Quintas é Maestro, Pianista, Compositor e Arranjador formado pela Universidade de Brasília em Composição e Regência com o Maestro Cláudio Santoro, Estrutura Musical e Oficina Básica de Música, com o Maestro Emílio Terrazza. É criador de trilhas sonoras para Cinema, Rádio e Televisão. Atualmente é diretor musical e arranjador do trabalho solo de Célia Porto, mantém seu trabalho de música instrumental com “Renio Quintas Trio”, produtor e realizador do Festival de Música Instrumental de Cavalcante – Chapada dos Veadeiros – GO e um dos coordenadores do Fórum de Cultura do Distrito Federal.

Fonte:http://www.olharbrasilia.com/2018/02/01/renio-quintas-no-clube-do-choro/

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Chico Nogueira

Chico Nogueira é instrumentista, cantor e compositor brasileiro ligado à tradição da Viola Caipira.

Seu trabalho à frente do grupo Mambembrincante o levou em turnês pelo Brasil e alguns países do mundo.Sua música é banhada pela sonoridade das violas medievais, pela história de dor e vitória dos tambores africanos, pela ligação com a música da terra, exercida pelos indígenas nativos das Américas.

Fonte: http://sebinho.com.br/site/2018/02/23/chico-nogueira-lanca-cd-viola-e-vos-no-sebinh/

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Capital Inicial 

Brasília é a cena, 1982 é o ano. Os irmãos Fê Lemos na bateria e Flávio Lemos no baixo plantavam a semente inicial da banda. Donho assumia os vocais em 83, e em junho deste ano o Capital dava seus primeiros passos, sem volta, rumo ao espaço reservado àqueles que vivem pelo ROCK.

O Capital conquistava cada vez mais os palcos undergrounds do Brasil. No sul e no sudeste todos começam a conhecer os três roqueiros de Brasilia.

Com o reconhecimento e o sucesso crescente, em 1984 a banda assina seu primeiro contrato e se mudam para São Paulo no inicio de 1985, para lançar seu primeiro registro em vinil. O compacto duplo “Descendo o Rio Nilo/Leve Desespero”.

A estrada segue, ela é a casa dos seus passageiros.

Os hits e músicas explodem, e se consolidam. Surgem novos clássicos.

Em seu caminho a banda assume novas formações. Pessoas passam, outras ficam, outras retornam.

Yves Passarel se junta ao grupo em 2002, assumindo a guitarra nesse novo trecho da atual estrada do Capital.  Vida longa ao bom Rock’n Roll!! 

Fonte: http://www.capitalinicial.com.br/biografia/

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Flora Matos 

Criada por uma família de artistas, aos quatro anos de idade já subia aos palcos da banda  "Acarajazz", que acompanhava o compositor baiano Renato Matos, pai de Flora. Em 2002, aos 13, passou a frequentar bailes de RAP. Em 2006, aos 17 anos, Flora Matos se apresentou como MC ao lado de DJ Brother e recebeu o prêmio de melhor cantora do ano em Brasília. Em 2007, Gravou o  remix da música "Véu da noite" da cantora Céu, produzido por Dj Kl Jay, e se mudou para São Paulo. Em 2008, Flora foi MC residente em boates da cidade se São Paulo, como Glória, Veggas, e Mood. Fez shows pelo Brasil acompanhada de DJ Kl Jay, DJ Cia, DL Lx e DJ King.

Em 2008, concluiu sua primeira turnê independente pela Europa, se apresentando em Paris, Angers (Le Chabada), Le Mans, Lisboa, Porto, Bolonha, Olivetto e Napoli. Em 2009, Flora fez shows solo acompanhada de Dj Will (5 pra 1), participou de alguns shows da banda Instituto (Daniel Ganjaman), e gravou seu EP mixtape "Flora Matos VS Stereodubs" produzido por ela, Léo Grijó e Dj Lx lançado no mesmo ano.

Em 2010 Flora Matos apresentou o show da mix "FloraMatos VS Stereodubs” e teve o single "Pai de Família" na programação da rádio BBC de Londres. Findicada ao  VMB na categoria Aposta MTV, e se apresentou ao lado do dj Zegon, durante o Word Basket Festival em Nova York.

Em 2011, lançou seu video-clip "PRETIN" 100% independente, que foi Top10Mtv o que levou a musica à indicação de "Hit do ano" no VMB2011.  Em 2012 se apresentou em grandes eventos como Planeta Atlantida,Virada Cultural, Lupaluna, além de representar o Rap brasileiro em Maputo Moçambique- África com Dj Naomi.

De 2013 a 2016 , Flora fez grandes shows por todo Brasil , se apresentou em programas de televisão como “Altas Horas” e “Esquenta”,  além de se internar em alguns estúdios pelo Brasil  para compor e produzir músicas pro seu disco solo, que por sinal é um dos álbuns de Rap mais aguardados dos últimos anos.

Em fevereiro de 2017, a cantora anunciou, via Facebook, que seu álbum estava em fase de finalização, e que ficaria pronto em abril. O primeiro disco de Flora, Eletrocardiograma, foi lançado no dia 7 de Setembro, feriado de Independência do Brasil, em várias plataformas de streaming. A temática das letras tem como foco a percepção a longo prazo da cantora em relação aos desdobramentos de relacionamento conturbado entre Flora e um rapaz, que teria durado seis anos[3]. No dia seguinte, Flora liberou o videoclipe da canção "Bora Dançar".

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Flora_Matos 

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Renato Matos 

Renatos Matos é um artista brasileiro. Poeta, artista plástico, cantor, compositor e multi-instrumentista, atualmente integra o trio Sacassaia.

Renato Matos, foi o primeiro artista a cantar, em 1977, no “Concerto Cabeça”, movimento que é marco cultura em Brasília. Em 1980 gravou o compacto “Grande Circular”. Em 1984 esteve na Suíça e Paris, representando o Brasil no Festival Internacional do Folclore da Libia.

Passou o ano de 1986 frequentando os cursos livres de músicas da Universidade de Berklee, em Boston em Massachusetts e se apresentando em Nova York, enquanto no Brasil, Leo Jaime gravou sua música “Um telefone é muito pouco”. Retomando a Brasília, juntou-se ao grupo “Trem das Cores”, formou a banda “Acarajazz”, cantou com Cássia Eller, gravou o LP Plug, se apresentou com a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, gravou o LP “Afterraggae” e participou do projeto “Made in Brasília”.

Na década de 90 até 2006 intensificou ainda mais sua produção musical. Recebeu a medalha “Cavaleiro e Honra ao Mérito” e foi nomeado “Comendador da Ordem do Mérito Cultural” do Distrito Federal. Participou do “Festival Internacional do Olodum”, em Salvador capital da Bahia, e dos projetos “Notas Dez”, do Distrito Federal, “Revoada Zum-Zum”/Norte e Nordeste, Arte por toda Parte”/DF. 

Em 2005 lançou o cd “Plano Piloto”. E paralelamento a isto desenvolve trabalho com sua nova “Banda Lava”, composto por bateria, baixo, teclado, violão e voz.

Em 2013 integrou a exposição Obranome III, no Mosteiro de Alcobaça.

fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Renato_Matos 

Dínamo Z 

 A banda Dínamo Z nasceu no ano de 2004 em Taguatinga-DF, propondo um Punk Rock com poesia e sarcasmo. Mas o passar do tempo e a saída de alguns integrantes fizeram o grupo passar por mudanças no som e na temática das letras. Hoje, se encaixando nos padrões do Indie Rock Nacional, a Dínamo Z é formada por: Bruno Z (voz e guitarra-base), Robson Z (baixo), Jesus Junior (guitarra-solo) e Maikon Reis (bateria). 

Atuante no cenário do rock autoral, a Dínamo Z já se apresentou em todas as cidades do Distrito Federal e entorno. Atuante de importantes eventos da cidade, a banda também produz festivais, como o Rock na Rua, Rockriança (festival beneficente), Vinil Solidário (beneficente), entre outros, que são realizados em várias edições para exclusiva participação de artistas autorais.

Com letras em português, que abordam o cotidiano do roqueiro brasiliense e as façanhas do amor e desamor, o grupo conquistou muitos admiradores ao longo do tempo. A irreverência e a poesia ácida também estão presentes nas músicas e performances ao vivo.

A Dínamo Z tem originalidade marcante, mas também busca influências nas várias gerações do Rock. O grupo tem como ponto de referência, bandas como: The Beatles, The Smiths, Pixies e Radiohead. No rock nacional, nota-se como influência: Ira!, Engenheiros do Hawaii e Wander Wildner.

O nome “Dínamo” surgiu da ideia de produzir energia através do Rock in Rool. A letra “Z” é uma singela homenagem ao “louco da música”, Frank Zappa


Fonte: https://www.facebook.com/pg/dinamozzz/about/?ref=page_internal 


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BLUESCIFICAÇÃO 

Banda que tem como propósito manter vivo esse ritmo que deu origem ao que hoje conhecemos como ROCK.

No início de 2003 o então baixista da banda Alecio procura Dejaci (guitarrista), colega dos tempos de colégio e propõe a formação de uma banda. Esse sabendo da vontade do seu cunhado Wagner em tocar bateria, o chama, e forma-se então o trio, assumindo Dejaci o vocal da banda.

O fascínio pelo Blues e o Rock n’ Roll e a escassez de bandas no estilo, vislumbrou um nicho na cena musical local. Flertando também com o Hard Rock e o Rock Progressivo.

Depois de tocar vários covers de bandas conhecidas, no intuito de afiar o entrosamento entre os componentes, começaram a surgir as primeiras composições.

Abrindo mão da facilidade proporcionada pela rítmica da língua inglesa, inicialmente, a banda dedicou-se a escrever as letras das músicas na língua portuguesa, obtendo-se com isso um som inconfundivelmente brasileiro. A mensagem trazida nessas letras retrata as relações humanas e os problemas inerentes a esta sociedade. 

 

INFLUÊNCIAS

Jimi Hendrix, Janis Joplin, Johnny Winter, Ten Years After, Stevie Ray Vaughan, Deep Purple, Barão Vermelho, Ultraje a Rigor, Flávio Guimarães, Nuno Mindelis, Blues Etílicos, Henrik Freischlader, Eric Sardinas, Bernard Allison, Susan Tedeschi, Chris Duarte, Eric Gales


fonte: http://www.bluescfc.com/sobre-about.html 


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MoonStone

MoonStone é uma banda de HardRock de Brasília. A banda foi formada em 2007, de lá até então vem deixando traços de sua essência espalhada por seus acordes. 

fonte: https://www.facebook.com/pg/moonstonehardrock/about/?ref=page_internal

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Estas três músicas presentes nesta playlist, fazem parte do primeiro álbum da MoonStone, gravado de forma experimental em 2009, o álbum intitulado Brasília, que é o nome de uma das 3 faixas presentes aqui, faz parte da história da banda. Gravado com a formação original da banda. O álbum Brasília é uma espécie de DEMO, 3 canções estão sendo disponibilizadas agora. 
Elas vem de encontro ao aniversário de 10 anos da MoonStone, esperamos que todos gostem da surpresa e curtam esse trabalho antigo da banda.

Maria Sabina e a Pêia

Maria Sabina & a Pêia é uma banda de rock brasiliense que mistura um cavaquinho feminino com sons psicodélicos, animando o baile num show dançante com mensagens engajadas. Versáteis e vibrantes, as músicas dialogam com diferentes públicos, passeando na pista do rock ao Carnaval.


Formada em 2015, lançou em 2017 o EP “Tempo Arruaceiro”. Em novembro de 2017 a banda foi atração do festival Porão do Rock, tocando na mesma programação que Elza Soares, Baiana System e Sepultura, sendo a mais votada na seletiva de bandas da capital. No início de 2018, a banda venceu o concurso de marchinhas do tradicional bloco brasiliense de carnaval Pacotão, quando pela primeira vez na história dos 40 anos do bloco uma mulher é autora da música oficial e vocalista à frente dos dois dias de desfile.


Além disso, a banda foi indicada duas vezes ao prêmio do Festival de Música da Rádio Nacional FM, suas músicas tocam com frequência em rádios FM e rapidamente se tornaram referência da música autoral produzida no DF. 

fonte: https://www.facebook.com/pg/mariasabinabandabrasilia/about/?ref=page_internal 

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Cachorro das Cachorras

A banda os Cachorros das Cachorras nasceu em Brasília nos anos 90. Primeiramente eles tocavam covers, inclusive do James Brown com I Feel Good. Porém, as composições próprias foram nascendo e assim surgiu uma banda que fez história em Brasília.

Os vocais da banda e as letras das canções ficaram ao cargo de Gérson de Veras, que ficou conhecido como KaphaGérson. A formação da banda variou com os anos até chegar na formação que gravou este disco. Vários guitarristas passaram pela banda até chegar no definitivo, Toronto Viramundo. A banda também teve um naipe de metais com trombones, trumpetes e vários saxofones. Porém na gravação deste disco ficaram apenas dois saxofonistas, Ricardo Barrenechea e Rodrigo Cobrinha. A bateria ficou a cargo de Zimbatera e João Limão, enquanto o baixo ficou com Alfredog Soriano.
Após a gravação do tão esperado álbum, a banda se separou, e cada integrante foi para um lado. Gérson de Veras continuou sua carreira de poeta e produtor de eventos, Alfredog foi tocar com Simone Soul no Projeto Cru, Ricardo formou o quarteto de sopros Babando o Bambu, Zimbatera, João Limão e Toronto continuaram tocando nos bailes da vida enquanto Rodrigo Cobrinha abriu um estúdio de gravações, e participa dos shows com a banda Piramid.
O disco de 1997 contou com a participação especial de Marco Suzano na percussão, Chico César nos vocais (na canção Sexo dos animais) e Nelson Gonçalves (na canção Baião de dois bolero-lero).
Porém a banda retoma seu caminho aos poucos. Gérson de Veras se reuniu com Cobrinha, Toronto e João Limão para fazerem mais shows com o nome Os Cachorros das Cachorras. Para isso convidaram outro baixista, Baudu, e mais um guitarrista, Sergio Cepa.
No estúdio Casulo, Cobrinha já gravou uma canção inédita da banda com a formação atual. Esperamos que a banda alcance a repercussão necessária para gravar o segundo disco.

postado por: www.somacultural.com.br 

Fonte: https://www.last.fm/pt/music/Os+Cachorros+Das+Cachorras/+wiki

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Liga Tripa 

O Liga Tripa foi um grupo de compositores e músicos do início dos anos 1980, inspirado pelo movimento poético Geração Mimeógrafo. Seu trabalho oscilava entre o lírico, o filosófico, o político e o irreverente. Com violões acústicos, seus integrantes – Sérgio Duboc (voz e violão), Aldo Justo (voz e violão), Toninho Alves (voz e flauta), Fino (percussão) e Caloro (voz e negão) – apresentavam sambas e baiões sem sotaque carioca ou nordestino, e fundiam outros estilos musicais, como o jazz.

O Liga Tripa é considerado uma banda urbana, porque cantava suas alegrias e tristezas pelas ruas da Asa Sul, trazendo também o espírito do cerrado. O grupo enfrentou conflitos durante a ditadura militar, mas pôde contar com o apoio da população. “O mais interessante foi que a gente só falava de alegria. A gente não falava de política. Isso é o que mais incomodava os caras”, conta Aldo Justo, ao que Toninho Alves acrescenta: “não somos um grupo que corre atrás de grana. Nunca tocamos por modismo. Sempre foi batalhar para chegar junto”.

link: http://brasilia.memoriaeinvencao.com/liga-tripa/ 

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Paraibola 


Quando se encontram por aí uma sanfona, um zabumba, um pandeiro e um triângulo pode acontecer muita coisa.
Na mão de nordestinos só dá forró!
E foi assim que em 1979 nasceu o PARAIBOLA.
A proposta era esta: mostrar a música nordestina para o brasiliense, o xote, o baião, o xaxado, o maxixe, o maracatu e o xerém e ao mesmo tempo criar um repertório que a gente chamou de Forró Candango: o ritmo nordestino falando de Brasília.
Nada mais justo numa cidade onde a maior parte da população é de nordestinos.
A platéia para o trabalho é a Satélite, a morada do nordestino, o lugar do forrozeiro.
Durantes anos se andou de Planaltina ao setor "P", do Gama à Brazlandia, cantando e tocando em praças, ruas de artes, festivais, manifestações populares, clubes, bares e assim o PARAIBOLA criou seu estilo descontraído, animado, brincalhão, agoniado, onde quem não balança - dança!
Juntou-se o repente, o coco de embolada e o coco praieiro, a cantoria misturou-se ao mamulengo e se ampliou o verso e o universo.
Anos depois taí a moçada na batalha, em Pirenópolis, Olhos d´Água, Fromosa, Corumbá, asas, lagos e lagoas, forrozinho e forrozão, casa e escola.
Quando você menos espera, sem respeitar batentes nem patentes, chegou: é o forró candango, é o PARAIBOLA.

Bugrinha 

link bio: 
https://www.facebook.com/pg/paraibola/about/?ref=page_internal

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Célia Porto

A cantora Célia Porto, brasiliense, acompanhou de perto o crescimento da cena musical no DF, principalmente na década de 1980, quando, ainda estudante, começou a cantar. Profissionalizou-se por volta de 1990, ao dividir palco com artistas experientes e gravar seu primeiro disco – que lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Sharp de Música, na categoria “cantora revelação”.

Casada com o maestro e diretor musical Rênio Quintas, Célia produziu, ainda nos anos 1990, um álbum em homenagem ao Legião Urbana, recriando a obra original com respeito e cuidado. Ela e Rênio foram amigos próximos de Renato Russo. “Legião Urbana ajudou minha geração a desvendar muita coisa que fica escondida, quando você só tem 17 anos e a vontade de mudar o mundo nem sempre é entendida”, escreveu Célia Porto no encarte do CD.


link: http://brasilia.memoriaeinvencao.com/celia-porto/ 


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Talo de Mamona 


Muda fértil de amigos e amores surgida em abril de 2012 na sombra da casa do artista Moacir, na Chapada dos Veadeiros. Influenciada pela obra de Moacir, pelo Lago Paranoá, pelo movimento da cidade, das vadias, dos cafajestes, e dos catadores, Talo de Mamona cria um estilo próprio de compor e expor suas ideias baseado, é... baseado... baseado? Ahan é... Baseado nos efeitos pole-dance-ritmísticos orgânicos e contemporâneos, trabalhando a mente e os chacras mais baixos de quem deixar se envolver pelo nosso punk arrocha lambada.

Já tocou em grandes palcos do DF (Museu da República, Centro Comunitário da UnB, CCBB – DF, Balaio café), e também circulou pelas feiras das satélites (Gama, Núcleo Bandeirante, Shoping Popular, Guará e Ceilândia), cavalgando junto aos carroceiros pelo projeto “Bugiganga Cultural apoiado pelo FAC DF” e gravou em 1° de Junho/2014 seu primeiro DVD, “Sem Cabresto” lançado de modo independente. Em outubro de 2014 conquistou o primeiro lugar no Festival Universitário de Musica Candanga da Universidade de Brasília com a música “Marcha das Vadias”. (procura no youtube).

É nois! 
Beijo, me liga 
61 é pra brasília 66 é Moacir 69 é pra mim 
A favor da cultura, contra frescura, beijo na castanha, lambida na costura.


link: https://www.bigdiadamusica.com.br/talodemamona 


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Marcelo Café 

Meu nome é Marcelo Café. Sou cantor e compositor de samba e samba-rock de Brasília. E moro na periferia da capital, na cidade de Ceilândia. Nasci em Niterói-RJ. Minha carreira também nasceu por lá, aos 7 anos, quando a minha mãe me incentivou a cantar na igreja.

Desde então, já são 20 anos de carreira como Marcelo Café. E claro, muitas histórias; além de muita gente boa que passou pelo meu caminho. Já cantei em bares de Ceilândia, Taguatinga, Plano Piloto, Gama, enfim, em uma época de muita MPB na noite da cidade.

Um dia, isso por volta de 2007, fazendo um show em homenagem a Luiz Melodia e João Bosco em Taguatinga, no Butiquim Blues, vieram a mim duas pessoas me convidando para fazer parte de uma banda de música autoral como vocalista. No início fiquei receoso, mas fui assisti a um ensaio e que determinou minha permanência na banda por uns dois ou três anos e um CD com músicas autorais e interpretações de clássicos da MPB e do Samba. A banda chamava-se Casa-Grande.

Entendi ali que a música autoral era possível. Mas ainda não tinha a atitude de mostrar o que já compunha.

Esse passo veio por volta de 2009/2010 quando conheci o Grupo Poeme-se. Um grupo de poetas, compositores, artistas loucos pela vida que me mostraram mais uma vez ser possível e me encorajaram a dar esse passo.

Em 2015, gravei meu primeiro CD chamado Depois do Samba. Já em 2015, recebi prêmio do Palco MP3 como artista de samba mais ouvido do Centro Oeste. A primeira música do álbum foi premiada no Brasília Independente em 2016. Em 2017, ganhei o prêmio FINCA, festival universitário de música da UNB com a música A revolução é Preta. Inclusive, esta já é uma das pérolas do novo EP. Ainda em 2017, fui destaque no Festival São Paulo Exposamba com a música Samba Cura, também do novo EP.

Fonte: https://www.catarse.me/marcelocafe

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