A rádio que toca poesia!

A Rádio Esplanada 98.1 FM abre espaço para divulgação das bandas, músicos e poetas de Brasília. Aqui você conhece a história e curte o som que ecoa na nossa capital. 

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Capital Inicial 

Brasília é a cena, 1982 é o ano. Os irmãos Fê Lemos na bateria e Flávio Lemos no baixo plantavam a semente inicial da banda. Donho assumia os vocais em 83, e em junho deste ano o Capital dava seus primeiros passos, sem volta, rumo ao espaço reservado àqueles que vivem pelo ROCK.

O Capital conquistava cada vez mais os palcos undergrounds do Brasil. No sul e no sudeste todos começam a conhecer os três roqueiros de Brasilia.

Com o reconhecimento e o sucesso crescente, em 1984 a banda assina seu primeiro contrato e se mudam para São Paulo no inicio de 1985, para lançar seu primeiro registro em vinil. O compacto duplo “Descendo o Rio Nilo/Leve Desespero”.

A estrada segue, ela é a casa dos seus passageiros.

Os hits e músicas explodem, e se consolidam. Surgem novos clássicos.

Em seu caminho a banda assume novas formações. Pessoas passam, outras ficam, outras retornam.

Yves Passarel se junta ao grupo em 2002, assumindo a guitarra nesse novo trecho da atual estrada do Capital.  Vida longa ao bom Rock’n Roll!! 

Fonte: http://www.capitalinicial.com.br/biografia/

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Flora Matos 

Criada por uma família de artistas, aos quatro anos de idade já subia aos palcos da banda  "Acarajazz", que acompanhava o compositor baiano Renato Matos, pai de Flora. Em 2002, aos 13, passou a frequentar bailes de RAP. Em 2006, aos 17 anos, Flora Matos se apresentou como MC ao lado de DJ Brother e recebeu o prêmio de melhor cantora do ano em Brasília. Em 2007, Gravou o  remix da música "Véu da noite" da cantora Céu, produzido por Dj Kl Jay, e se mudou para São Paulo. Em 2008, Flora foi MC residente em boates da cidade se São Paulo, como GlóriaVeggas, e Mood. Fez shows pelo Brasil acompanhada de DJ Kl Jay, DJ Cia, DL Lx e DJ King.

Em 2008, concluiu sua primeira turnê independente pela Europa, se apresentando em Paris, Angers (Le Chabada), Le Mans, Lisboa, Porto, Bolonha, Olivetto e Napoli. Em 2009, Flora fez shows solo acompanhada de Dj Will (5 pra 1), participou de alguns shows da banda Instituto (Daniel Ganjaman), e gravou seu EP mixtape "Flora Matos VS Stereodubs" produzido por ela, Léo Grijó e Dj Lx lançado no mesmo ano.

Em 2010 Flora Matos apresentou o show da mix "FloraMatos VS Stereodubs” e teve o single "Pai de Família" na programação da rádio BBC de Londres. Findicada ao  VMB na categoria Aposta MTV, e se apresentou ao lado do dj Zegon, durante o Word Basket Festival em Nova York.

Em 2011, lançou seu video-clip "PRETIN" 100% independente, que foi Top10Mtv o que levou a musica à indicação de "Hit do ano" no VMB2011.  Em 2012 se apresentou em grandes eventos como Planeta Atlantida,Virada Cultural, Lupaluna, além de representar o Rap brasileiro em Maputo Moçambique- África com Dj Naomi.

De 2013 a 2016 , Flora fez grandes shows por todo Brasil , se apresentou em programas de televisão como “Altas Horas” e “Esquenta”,  além de se internar em alguns estúdios pelo Brasil  para compor e produzir músicas pro seu disco solo, que por sinal é um dos álbuns de Rap mais aguardados dos últimos anos.

Em fevereiro de 2017, a cantora anunciou, via Facebook, que seu álbum estava em fase de finalização, e que ficaria pronto em abril. O primeiro disco de Flora, Eletrocardiograma, foi lançado no dia 7 de Setembro, feriado de Independência do Brasil, em várias plataformas de streaming. A temática das letras tem como foco a percepção a longo prazo da cantora em relação aos desdobramentos de relacionamento conturbado entre Flora e um rapaz, que teria durado seis anos[3]. No dia seguinte, Flora liberou o videoclipe da canção "Bora Dançar".

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Flora_Matos 

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Renato Matos 

Renato Matos (Salvador, 4 de março de 1952) é um artista brasileiro. Poeta, artista plástico, cantor, compositor e multi-instrumentista, atualmente integra o trio Sacassaia.

Renato Matos, foi o primeiro artista a cantar, em 1977, no "Concerto Cabeça", movimento que é marco cultural em Brasília. Em 1980 gravou o compacto "Grande Circular". Em 1984 esteve na Suíça e Paris, representando o Brasil no Festival Internacional do Folclore da Libia. Também pai da cantora Flora Matos.

Passou o ano de 1986 freqüentando os cursos livres de música da Universidade de Berklee, em Boston,em Massachusetts e se apresentando em Nova York, enquanto no BrasilLeo Jaime gravou sua música "Um telefone é muito pouco". Retornando a Brasília, juntou-se ao grupo "Trem das cores", formou a banda "Acarajazz", cantou com Cássia Eller, gravou o LP Plug, se apresentou com a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, gravou o LP "Afterraggae" e participou do projeto "Made in Brasília".

Na década de 90 até 2006 intensificou ainda mais sua produção musical. Recebeu a medalha "Cavaleiro em Honra ao Mérito" e foi nomeado "Comendador da Ordem do Mérito Cultural" do Distrito Federal. Participou do "Festival Internacional do Olodum", em Salvador,capital da Bahia, e dos projetos "Nota Dez", do Distrito Federal, "Revoada Zum-Zum"/Norte e Nordeste, "Arte Por Toda Parte"/DF.

Participou dos filmes nacionais Louco Por Cinema e O Cego Que Gritava Luz. Gravou os discos Reggadô e Zirigdum do Além, este último levado a Poitiers, na França, com o qual foi premiado naquele país, por sua criatividade de ter originalmente criado um instrumento e estilo musical único, com elementos mono-córdios, tais como o berimbau, e peças, utilizando-se de materiais naturais. Em 2005 lançou cd, "Plano Piloto". E paralelamente a isto. desenvolve trabalho com sua nova "Banda Laya", composta por bateria, baixo, teclado, violão e voz.

Em 2013 integrou a exposição Obranome III, no Mosteiro de Alcobaça.

fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Renato_Matos 

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Dínamo Z 



 A banda Dínamo Z nasceu no ano de 2004 em Taguatinga-DF, propondo um Punk Rock com poesia e sarcasmo. Mas o passar do tempo e a saída de alguns integrantes fizeram o grupo passar por mudanças no som e na temática das letras. Hoje, se encaixando nos padrões do Indie Rock Nacional, a Dínamo Z é formada por: Bruno Z (voz e guitarra-base), Robson Z (baixo), Jesus Junior (guitarra-solo) e Maikon Reis (bateria).


Atuante no cenário do rock autoral, a Dínamo Z já se apresentou em todas as cidades do Distrito Federal e entorno. Atuante de importantes eventos da cidade, a banda também produz festivais, como o Rock na Rua, Rockriança (festival beneficente), Vinil Solidário (beneficente), entre outros, que são realizados em várias edições para exclusiva participação de artistas autorais.

Com letras em português, que abordam o cotidiano do roqueiro brasiliense e as façanhas do amor e desamor, o grupo conquistou muitos admiradores ao longo do tempo. A irreverência e a poesia ácida também estão presentes nas músicas e performances ao vivo.

A Dínamo Z tem originalidade marcante, mas também busca influências nas várias gerações do Rock. O grupo tem como ponto de referência, bandas como: The Beatles, The Smiths, Pixies e Radiohead. No rock nacional, nota-se como influência: Ira!, Engenheiros do Hawaii e Wander Wildner.

O nome “Dínamo” surgiu da ideia de produzir energia através do Rock in Rool. A letra “Z” é uma singela homenagem ao “louco da música”, Frank Zappa

Fonte: https://www.facebook.com/pg/dinamozzz/about/?ref=page_internal 


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BLUESCIFICAÇÃO 

Banda que tem como propósito manter vivo esse ritmo que deu origem ao que hoje conhecemos como ROCK.

No início de 2003 o então baixista da banda Alecio procura Dejaci (guitarrista), colega dos tempos de colégio e propõe a formação de uma banda. Esse sabendo da vontade do seu cunhado Wagner em tocar bateria, o chama, e forma-se então o trio, assumindo Dejaci o vocal da banda.

O fascínio pelo Blues e o Rock n’ Roll e a escassez de bandas no estilo, vislumbrou um nicho na cena musical local. Flertando também com o Hard Rock e o Rock Progressivo.

Depois de tocar vários covers de bandas conhecidas, no intuito de afiar o entrosamento entre os componentes, começaram a surgir as primeiras composições.

Abrindo mão da facilidade proporcionada pela rítmica da língua inglesa, inicialmente, a banda dedicou-se a escrever as letras das músicas na língua portuguesa, obtendo-se com isso um som inconfundivelmente brasileiro. A mensagem trazida nessas letras retrata as relações humanas e os problemas inerentes a esta sociedade. 

 

INFLUÊNCIAS

Jimi Hendrix, Janis Joplin, Johnny Winter, Ten Years After, Stevie Ray Vaughan, Deep Purple, Barão Vermelho, Ultraje a Rigor, Flávio Guimarães, Nuno Mindelis, Blues Etílicos, Henrik Freischlader, Eric Sardinas, Bernard Allison, Susan Tedeschi, Chris Duarte, Eric Gales


fonte: http://www.bluescfc.com/sobre-about.html 


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MoonStone

MoonStone é uma banda de HardRock de Brasília. A banda foi formada em 2007, de lá até então vem deixando traços de sua essência espalhada por seus acordes. 

fonte: https://www.facebook.com/pg/moonstonehardrock/about/?ref=page_internal

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Estas três músicas presentes nesta playlist, fazem parte do primeiro álbum da MoonStone, gravado de forma experimental em 2009, o álbum intitulado Brasília, que é o nome de uma das 3 faixas presentes aqui, faz parte da história da banda. Gravado com a formação original da banda. O álbum Brasília é uma espécie de DEMO, 3 canções estão sendo disponibilizadas agora. 
Elas vem de encontro ao aniversário de 10 anos da MoonStone, esperamos que todos gostem da surpresa e curtam esse trabalho antigo da banda.

Maria Sabina e Pêia

Maria Sabina & a Pêia é uma banda de rock brasiliense que mistura um cavaquinho feminino com sons psicodélicos, animando o baile num show dançante com mensagens engajadas. Versáteis e vibrantes, as músicas dialogam com diferentes públicos, passeando na pista do rock ao Carnaval.

Formada em 2015, lançou em 2017 o EP “Tempo Arruaceiro”. Em novembro de 2017 a banda foi atração do festival Porão do Rock, tocando na mesma programação que Elza Soares, Baiana System e Sepultura, sendo a mais votada na seletiva de bandas da capital. No início de 2018, a banda venceu o concurso de marchinhas do tradicional bloco brasiliense de carnaval Pacotão, quando pela primeira vez na história dos 40 anos do bloco uma mulher é autora da música oficial e vocalista à frente dos dois dias de desfile.

Além disso, a banda foi indicada duas vezes ao prêmio do Festival de Música da Rádio Nacional FM, suas músicas tocam com frequência em rádios FM e rapidamente se tornaram referência da música autoral produzida no DF. 

fonte: https://www.facebook.com/pg/mariasabinabandabrasilia/about/?ref=page_internal 

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Cachorro das Cachorras

A banda os Cachorros das Cachorras nasceu em Brasília nos anos 90. Primeiramente eles tocavam covers, inclusive do James Brown com I Feel Good. Porém, as composições próprias foram nascendo e assim surgiu uma banda que fez história em Brasília.

Os vocais da banda e as letras das canções ficaram ao cargo de Gérson de Veras, que ficou conhecido como KaphaGérson. A formação da banda variou com os anos até chegar na formação que gravou este disco. Vários guitarristas passaram pela banda até chegar no definitivo, Toronto Viramundo. A banda também teve um naipe de metais com trombones, trumpetes e vários saxofones. Porém na gravação deste disco ficaram apenas dois saxofonistas, Ricardo Barrenechea e Rodrigo Cobrinha. A bateria ficou a cargo de Zimbatera e João Limão, enquanto o baixo ficou com Alfredog Soriano.
Após a gravação do tão esperado álbum, a banda se separou, e cada integrante foi para um lado. Gérson de Veras continuou sua carreira de poeta e produtor de eventos, Alfredog foi tocar com Simone Soul no Projeto Cru, Ricardo formou o quarteto de sopros Babando o Bambu, Zimbatera, João Limão e Toronto continuaram tocando nos bailes da vida enquanto Rodrigo Cobrinha abriu um estúdio de gravações, e participa dos shows com a banda Piramid.
O disco de 1997 contou com a participação especial de Marco Suzano na percussão, Chico César nos vocais (na canção Sexo dos animais) e Nelson Gonçalves (na canção Baião de dois bolero-lero).
Porém a banda retoma seu caminho aos poucos. Gérson de Veras se reuniu com Cobrinha, Toronto e João Limão para fazerem mais shows com o nome Os Cachorros das Cachorras. Para isso convidaram outro baixista, Baudu, e mais um guitarrista, Sergio Cepa.
No estúdio Casulo, Cobrinha já gravou uma canção inédita da banda com a formação atual. Esperamos que a banda alcance a repercussão necessária para gravar o segundo disco.

postado por: www.somacultural.com.br 

Fonte: https://www.last.fm/pt/music/Os+Cachorros+Das+Cachorras/+wiki

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Liga Tripa 

O Liga Tripa foi um grupo de compositores e músicos do início dos anos 1980, inspirado pelo movimento poético Geração Mimeógrafo. Seu trabalho oscilava entre o lírico, o filosófico, o político e o irreverente. Com violões acústicos, seus integrantes – Sérgio Duboc (voz e violão), Aldo Justo (voz e violão), Toninho Alves (voz e flauta), Fino (percussão) e Caloro (voz e negão) – apresentavam sambas e baiões sem sotaque carioca ou nordestino, e fundiam outros estilos musicais, como o jazz.

O Liga Tripa é considerado uma banda urbana, porque cantava suas alegrias e tristezas pelas ruas da Asa Sul, trazendo também o espírito do cerrado. O grupo enfrentou conflitos durante a ditadura militar, mas pôde contar com o apoio da população. “O mais interessante foi que a gente só falava de alegria. A gente não falava de política. Isso é o que mais incomodava os caras”, conta Aldo Justo, ao que Toninho Alves acrescenta: “não somos um grupo que corre atrás de grana. Nunca tocamos por modismo. Sempre foi batalhar para chegar junto”.

link: http://brasilia.memoriaeinvencao.com/liga-tripa/ 

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Paraibola 


Quando se encontram por aí uma sanfona, um zabumba, um pandeiro e um triângulo pode acontecer muita coisa.
Na mão de nordestinos só dá forró!
E foi assim que em 1979 nasceu o PARAIBOLA.
A proposta era esta: mostrar a música nordestina para o brasiliense, o xote, o baião, o xaxado, o maxixe, o maracatu e o xerém e ao mesmo tempo criar um repertório que a gente chamou de Forró Candango: o ritmo nordestino falando de Brasília.
Nada mais justo numa cidade onde a maior parte da população é de nordestinos.
A platéia para o trabalho é a Satélite, a morada do nordestino, o lugar do forrozeiro.
Durantes anos se andou de Planaltina ao setor "P", do Gama à Brazlandia, cantando e tocando em praças, ruas de artes, festivais, manifestações populares, clubes, bares e assim o PARAIBOLA criou seu estilo descontraído, animado, brincalhão, agoniado, onde quem não balança - dança!
Juntou-se o repente, o coco de embolada e o coco praieiro, a cantoria misturou-se ao mamulengo e se ampliou o verso e o universo.
Anos depois taí a moçada na batalha, em Pirenópolis, Olhos d´Água, Fromosa, Corumbá, asas, lagos e lagoas, forrozinho e forrozão, casa e escola.
Quando você menos espera, sem respeitar batentes nem patentes, chegou: é o forró candango, é o PARAIBOLA.

Bugrinha 

link bio: 
https://www.facebook.com/pg/paraibola/about/?ref=page_internal

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Célia Porto

A cantora Célia Porto, brasiliense, acompanhou de perto o crescimento da cena musical no DF, principalmente na década de 1980, quando, ainda estudante, começou a cantar. Profissionalizou-se por volta de 1990, ao dividir palco com artistas experientes e gravar seu primeiro disco – que lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Sharp de Música, na categoria “cantora revelação”.

Casada com o maestro e diretor musical Rênio Quintas, Célia produziu, ainda nos anos 1990, um álbum em homenagem ao Legião Urbana, recriando a obra original com respeito e cuidado. Ela e Rênio foram amigos próximos de Renato Russo. “Legião Urbana ajudou minha geração a desvendar muita coisa que fica escondida, quando você só tem 17 anos e a vontade de mudar o mundo nem sempre é entendida”, escreveu Célia Porto no encarte do CD.


link: http://brasilia.memoriaeinvencao.com/celia-porto/ 


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Talo de Mamona 


Muda fértil de amigos e amores surgida em abril de 2012 na sombra da casa do artista Moacir, na Chapada dos Veadeiros. Influenciada pela obra de Moacir, pelo Lago Paranoá, pelo movimento da cidade, das vadias, dos cafajestes, e dos catadores, Talo de Mamona cria um estilo próprio de compor e expor suas ideias baseado, é... baseado... baseado? Ahan é... Baseado nos efeitos pole-dance-ritmísticos orgânicos e contemporâneos, trabalhando a mente e os chacras mais baixos de quem deixar se envolver pelo nosso punk arrocha lambada.

Já tocou em grandes palcos do DF (Museu da República, Centro Comunitário da UnB, CCBB – DF, Balaio café), e também circulou pelas feiras das satélites (Gama, Núcleo Bandeirante, Shoping Popular, Guará e Ceilândia), cavalgando junto aos carroceiros pelo projeto “Bugiganga Cultural apoiado pelo FAC DF” e gravou em 1° de Junho/2014 seu primeiro DVD, “Sem Cabresto” lançado de modo independente. Em outubro de 2014 conquistou o primeiro lugar no Festival Universitário de Musica Candanga da Universidade de Brasília com a música “Marcha das Vadias”. (procura no youtube).

É nois! 
Beijo, me liga 
61 é pra brasília 66 é Moacir 69 é pra mim 
A favor da cultura, contra frescura, beijo na castanha, lambida na costura.


link: https://www.bigdiadamusica.com.br/talodemamona 


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Marcelo Café 

Meu nome é Marcelo Café. Sou cantor e compositor de samba e samba-rock de Brasília. E moro na periferia da capital, na cidade de Ceilândia. Nasci em Niterói-RJ. Minha carreira também nasceu por lá, aos 7 anos, quando a minha mãe me incentivou a cantar na igreja.

Desde então, já são 20 anos de carreira como Marcelo Café. E claro, muitas histórias; além de muita gente boa que passou pelo meu caminho. Já cantei em bares de Ceilândia, Taguatinga, Plano Piloto, Gama, enfim, em uma época de muita MPB na noite da cidade.

Um dia, isso por volta de 2007, fazendo um show em homenagem a Luiz Melodia e João Bosco em Taguatinga, no Butiquim Blues, vieram a mim duas pessoas me convidando para fazer parte de uma banda de música autoral como vocalista. No início fiquei receoso, mas fui assisti a um ensaio e que determinou minha permanência na banda por uns dois ou três anos e um CD com músicas autorais e interpretações de clássicos da MPB e do Samba. A banda chamava-se Casa-Grande.

Entendi ali que a música autoral era possível. Mas ainda não tinha a atitude de mostrar o que já compunha.

Esse passo veio por volta de 2009/2010 quando conheci o Grupo Poeme-se. Um grupo de poetas, compositores, artistas loucos pela vida que me mostraram mais uma vez ser possível e me encorajaram a dar esse passo.

Em 2015, gravei meu primeiro CD chamado Depois do Samba. Já em 2015, recebi prêmio do Palco MP3 como artista de samba mais ouvido do Centro Oeste. A primeira música do álbum foi premiada no Brasília Independente em 2016. Em 2017, ganhei o prêmio FINCA, festival universitário de música da UNB com a música A revolução é Preta. Inclusive, esta já é uma das pérolas do novo EP. Ainda em 2017, fui destaque no Festival São Paulo Exposamba com a música Samba Cura, também do novo EP.

Fonte: https://www.catarse.me/marcelocafe

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